segunda-feira, 7 de maio de 2012

Fórum Paranaense de Educação de Jovens e Adultos realiza plenária em Curitiba


O encontro aconteceu na última quinta-feira (03.05) no Instituto Federal do Paraná em Curitiba e contou com a presença de profissionais da Educação do Estado do Paraná e de vários profissionais da Educação de Jovens e Adultos. Neste ano, o Fórum completa 10 anos e como parte de suas atividades, esta a realização desta Plenária. Entre os presentes estavam a Coordenadora da União Nacional dos Conselhos Municipais da Educação – Coordenação Paraná (UNCME-PR) Everly Marques Canto e a Presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Paraná (UNDIME-PR) Cláudia Maria da Cruz.
 
A plenária teve como pauta:
1.    Informes
2.    Panorama e avaliação da EJA no Paraná – apresentação SEED;
3.    Panorama e avaliação da EJA nos municípios do Paraná – apresentação UNDIME;
4.     Encaminhamentos:
-  Audiência com a Comissão de Educação da Assembléia Legislativa; 

-  Comissão da Agenda Estadual de Desenvolvimento Territorial Integrado de Alfabetização e EJA: consulta aos atuais membros e definição das respectivas suplências;
-  Recomposição dos membros da Secretaria Executiva do Fórum;
-  Portal do Fórum Paranaense de EJA;
-  Agenda de atividades comemorativas dos 10 anos do Fórum Paranaense de EJA;
5.     Sorteio de um brinde do Fórum Paranaense de EJA.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Reunião de Assessoramento reúne Municípios do Paraná em Curitiba


Aconteceu nos dias 16 e 17 de abril no Hotel Centro Europeu Estação a reunião de Assessoramento técnico-pedagógico com os municípios contemplados com o PROINFÂNCIA no Estado do Paraná.
A mesa de abertura do evento contou com a presença de várias autoridades. Representando o Ministério da Educação (Secretaria de Educação Básica - Coordenação Geral de Educação Infantil) Genilda Lima, a Coordenadora da UNCME-PR Everly Marques Canto, a presidente da UNDIME-PR Cláudia Maria da Cruz, a consultora para assuntos do PROINFÂNCIA no Paraná Prof.ª Daniele Marques Vieira - FEIPAR (Fórum de Educação Infantil do Paraná), o conselheiro Paulo Afonso Schmidt, representando o Conselho Estadual da Educação (PR) e representando a Secretaria de Estado da Educação - SEED-PR - a Coordenadora de Educação Infantil e Ensino Fundamental do Departamento de Educação Básica Eliane Alves Benatto.

Palestras que ocorreram ao longo dos dois dias: 

- O Proinfância no contexto da Política Nacional de Educação Infantil.  MEC/SEB/FNDE;
- Desafios e perspectivas atuais da regulamentação da educação infantil. Dr.ª Angela Rabelo Barreto - consultora do CNE;
- O trabalho com os bebês e as DCNEI: do direto à qualidade da oferta. Dr.ª Catarina Moro – UFPR;
- Educação Infantil no/do Campo: Desafios da obrigatoriedade da pré-escola e as infâncias do campo. Dr.ª Simone Albuquerque – UFRGS.

Dentre as questões centrais para a implantação da oferta da Educação Infantil nos equipamentos do PROINFÂNCIA foram levantadas:
- Discussão para elaboração, reelaboração e revisão das propostas pedagógicas, tendo como referência o documento da SEED-PR "Orientações para (re)elaboração, implementação e avaliação de proposta pedagógica na educação infantil" (PARANÁ, 2006);
- Articulação com os parceiros para a viabilidade da oferta: revisão do processo e prazos para autorização de funcionamento;
- Fomentação da discussão sobre a criação de sistema municipal de ensino e conselho municipal de educação;
- A inserção e atualização dos dados dos municípios no SIMEC. 



Foi anunciado no evento a ação de Assessoramento Técnico-pedagógico do MEC e da consultora para assuntos do PROINFÂNCIA no Paraná Prof.ª Daniele Marques Vieira.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Conselho Estadual da Educação do Paraná tem novo presidente




A posse ao novo presidente do Conselho Estadual da Educação do Paraná - CEE/PR foi dada pelo Vice-governador e secretário de Estado da Educação do Paraná, Professor Flávio Arns, em solenidade que aconteceu nesta segunda-feira, 13/02, na sede do CEE/PR, no bairro Batel, em Curitiba. A solenidade contou com a presença de várias autoridades do município de Curitiba e do Estado do Paraná, entre elas a do secretário de Administração e Previdência, Luiz Eduardo Sebastiani, do secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, e da coordenadora da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação - Regional Paraná - UNCME-PR e também presidente do Conselho Municipal da Educação de Curitiba, Everly Marques Canto.

 O novo presidente do Conselho, professor, doutor e conselheiro, Oscar Alves, substitui o professor Romeu Gomes de Miranda, que ficou à frente da entidade por cinco anos, reassumindo suas funções de Conselheiro. Oscar Alves, que exerceu a função de secretário estadual de Saúde e Bem-Estar Social do Estado do Paraná de 1979 a 1982 foi também eleito deputado federal em 1983 e 1987.  Membro do Conselho Estadual de Educação do Paraná há nove anos, Oscar Alves foi reitor da Universidade Estadual de Londrina (UEL) no período de 1974 a 1978 e da Universidade Norte do Paraná (UNOPAR) de 2000 a 2002.

Um dos desafios do atual presidente será o de adequar a legislação do Órgão, que data de 1964, colocando efetivamente em prática a autonomia e a representatividade, e tornando o Conselho mais próximo da sociedade paranaense. O vice-governador Flávio Arns destacou que é entendimento desse governo que o presidente do Conselho seja escolhido por meio de eleição, de maneira democrática, ganhando assim maior legitimidade, e completou dizendo que o professor Oscar tem toda a condição de conduzir este processo de reestruturação.

Um outro desafio do novo presidente, segundo o vice-governador, e que contará com o apoio do Governo, é encontrar um novo prédio para abrigar o Conselho Estadual. Entre outras condições que favoreçam o desenvolvimento dos trabalhos, a nova sede deverá estar adequada às normas de acessibilidade, garantindo o acesso à portadores de deficiências, bem como a idosos.

O professor Oscar enfatizou em seu discurso de posse a importância da educação, lembrando que só por meio dela pode-se garantir aos indivíduos, ascensão social e às nações, crescimento.

Conselho Municipal de Educação de Curitiba inicia o ano de 2012 com a posse de novos Conselheiros

A 1ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Educação de Curitiba - CME que aconteceu nos dias 07 e 08 de fevereiro, dando início aos trabalhos do CME no ano de 2012, teve um caráter de solenidade, em função de duas situações singulares. A primeira, pela posse de dez conselheiros nomeados pelo Chefe do Executivo Municipal, e, a segunda, pela entrega de "Menção Honrosa" aos conselheiros que finalizavam seus mandatos e, nesse momento, eram homenageados por sua atuação no CME.
No total, foram dez conselheiros empossados: nove para o primeiro mandato e um para o segundo mandato.

Participaram desse momento solene, à convite do CME, a Secretária Municipal da Educação - SME, Liliane Casagrande Sabbag e a Superintendente de Gestão Educacional da SME, Raquel Rodrigues de Lima Simas.
O CME de Curitiba é formado por 30 conselheiros, entre os quais 15 titulares e 15 suplentes, representando os  segmentos que o constituem: Poder Executivo Municipal, Instituições de Educação Infantil Conveniadas, Servidores da Educação – SISMUC, Servidores do Magistério Municipal - SISMMAC, Pais de Alunos, Escolas Particulares de Educação Infantil, Sistema Estadual de Ensino do Paraná, Instituições de Ensino Superior de Curitiba, Formadoras do Magistério e Câmara Municipal de Curitiba.

Tomaram posse: Liana Márcia Justen, como titular, e Carmen Lucia Gabardo Pellanda, como suplente, representando o Poder Executivo Municipal, na condição de profissionais do magistério municipal de Curitiba, aposentadas; Izabel Pereira Messias Michelon, titular e Luinni Forghieri, suplente,  mãe de aluno da Escola Municipal Durival Britto e Silva e mãe de aluno da Escola Dr. Pedrosa, respectivamente, representando os Pais de Alunos; Pedro Roberto Wiens, titular e reconduzido ao segundo mandato, e, Noely Luiza Deschermayer, suplente, representando as Escolas Particulares de Educação Infantil; Andréa do Rocio Caldas, titular, Vanessa Marion Andreoli, suplente, diretora do Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná e a coordenadora do Curso de Pedagogia da FACIMOD, respectivamente, representando as Instituições de Ensino Superior de Curitiba, Formadoras do Magistério; Marlene Aparecida Comin Araújo, titular, e Antônio Lopes Júnior, suplente, representando o Sistema Estadual de Ensino do Estado do Paraná.

Mais Informações sobre o CME de Curitiba se encontram no Portal Cidade do Conhecimento: www.cidadedoconhecimento.org.br, banner Conselho Municipal da Educação de Curitiba.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A Defesa dos Direitos Humanos como princípio norteador da atuação do Conselho Municipal de Educação de Curitiba

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                                                       Artigo de: Berenice Valenzuela de Figueiredo Neves.
 
Assessora técnico-pedagógica do Conselho Municipal de Educação de Curitiba desde 2008. Pedagoga de formação e especialista em Educação e Currículo pela Universidade Federal do Paraná. Docente no curso “Gestão e Liderança Educacional”, de Pós-Graduação da FAE, responsável pelo Módulo “Gestão Democrática”. Atuou como consultora técnica para organização do Plano Municipal de Educação do Município de Almirante Tamandaré, Paraná, pela Fundação Getúlio Vargas – FGV. Exerceu a função de diretora pedagógica da Universidade do Professor, órgão da Secretaria de Estado da Educação do Paraná. Na Secretaria Municipal da Educação de Curitiba já exerceu as funções de: assessora técnico-pedagógica e de projetos do gabinete da SME; gerente da Gerência do Ensino Fundamental e Pré-Escolar; diretora do Departamento de Educação; diretora da Escola Municipal Romário Martins, na época, denominada Palmas, e da Escola Municipal Anísio Teixeira, anteriormente denominada Nova Esperança.
Fone: 3225-5295 – 9996-2093
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A definição de direitos humanos aponta para uma pluralidade de significados. Considerando-se essa pluralidade, destaca-se a chamada concepção contemporânea de direitos humanos que veio a ser introduzida pela Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, que inova, prevendo, de forma inédita, que não há liberdade sem igualdade e não há igualdade sem liberdade. Desse modo, traz uma concepção inovadora, ao atribuir o caráter de unidade indivisível, inter-relacionada e interdependente.
                                                                                                                                                                                              (Flávia Piovesan)

A
 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS proclama o ideal comum a ser conquistado por todos os povos e todas as nações. Elaborada após a tragédia da Segunda Grande Guerra Mundial e assinada em 10 de dezembro de 1948, é um dos documentos base das Nações Unidas e um roteiro para a conquista da paz.

Apresentada em trinta artigos, inicia afirmando que (artigo 1.º) “todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos”; continua dizendo que (artigo 19) “toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e de expressão”; ressalta que (artigo 26) “toda pessoa tem direito a uma educação de qualidade, que garanta o pleno desenvolvimento da personalidade humana”, e que (artigo 29) “toda pessoa tem o dever de contribuir para que os direitos de todos sejam respeitados, conforme os princípios das Nações Unidas”.

Compromissos assumidos pelo País com a garantia de políticas públicas fundamentadas na concepção contemporânea de direitos humanos e, ao mesmo tempo, o reconhecimento da legitimidade de demandas por um novo modo de convivência, pautam, com frequência, na agenda social de debates, a importância da educação para o respeito aos direitos e à dignidade humana. Tal demanda surge ancorada, principalmente, na Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos pactos internacionais e, mais recentemente, é fortalecida pela insatisfação da sociedade com as explicações simplificadas acerca da origem da violência atual.

Na análise dessa problemática, observa-se que diversos setores da sociedade constroem consensos em torno da necessidade de viabilizar políticas de Estado, fundamentadas em princípios que sejam aceitos internacionalmente e reconhecidos nas realidades sociais específicas, como direitos inalienáveis de cada um e de todos os seres humanos.

Nessa perspectiva, essa problemática advém da própria Carta Magna de 1988, observando-se, entre outros, os artigos 1.º, 2.º, 3.º, 4.º, 5.º, 6.º, 7.º, (...), que estabelecem os princípios organizativos da república federativa e, ao fazê-lo, inovam, remetendo a uma compreensão de poder que se constrói perpassando a sociedade de modo horizontalizado.

Art. 1.º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
I – a soberania;
II – a cidadania;
III – a dignidade da pessoa humana;
IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
V – o pluralismo político;
Parágrafo Único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

Como se vê, o movimento de democratização do País propiciou, nos termos da Constituição Federal, uma abordagem de empoderamento da população, que institui a possibilidade concreta de sua participação na vida cotidiana, com poder de influenciar e decidir sobre os fins e meios das diversas práticas sociais, remetendo diretamente ao Estado Democrático de Direito. Em decorrência, afirma a dignidade da pessoa humana como princípio constitucional e torna transparente a necessidade de organização do Estado para realização dos Direitos Humanos. Mantém-se, assim, o controle democrático das possíveis omissões subjacentes às políticas sob a responsabilidade do conjunto das esferas do poder público.

A Carta Magna estabeleceu um rigoroso elo entre o efetivo atendimento dos direitos humanos e a instituição dos mecanismos de participação – a exemplo dos conselhos de educação, instâncias representativas e colegiadas que propiciam o exercício do poder da população, optando pela construção da igualdade num contexto de enfrentamento das desigualdades que se fundam numa relação permanente de dominação e exploração.

É possível afirmar que, sobre a legitimidade do poder da população, não existem dúvidas. A Carta Magna assim se pronuncia: Todo o poder emana do povo e, assim sendo, o texto problematiza a existência de todos (a humanidade) no interior dos movimentos pela igualdade, pela liberdade e pela participação, que mobilizam os setores sociais e dinamizam o conjunto da sociedade em face das múltiplas possibilidades históricas.

O artigo 3.º contém os fundamentos maiores da Lei que, por sua vez, define as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.o 9.394/96 – LDBEN). Ao enumerar os objetivos fundamentais da República Federativa, a Carta Magna reafirma princípios e ideais que elegem a justiça como valor universal e propugnam o desenvolvimento nacional no contexto da igualdade, da liberdade e da solidariedade.

Com isso, o texto legal antecipa o artigo 2.º da LDBEN, que considera a educação escolar dever da família e do Estado, inspirada nos ideais de liberdade e solidariedade humana, tendo por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e a sua qualificação para o trabalho.

Nos demais artigos, a escolha pela prevalência dos direitos humanos, a intolerância com os preconceitos, o repúdio a quaisquer restrições ao efetivo exercício de direitos individuais e coletivos, bem como a importância conferida à participação e às entidades associativas confirmam o primado da solidariedade apontando, mais uma vez, para uma nova sociabilidade. Assim sendo, rompem, por um lado, com a moralidade do conformismo e seus equivalentes que, ao longo da história, paralisam a construção de pontes decorrentes de escolhas em favor da transformação das condições de existência no interior das quais todos se movem. Por outro lado, situam, no debate sobre os conselhos de educação, as noções de democracia, direitos humanos e cidadania.

Os Conselhos de Educação são convocados, no momento atual da vida democrática, a estabelecer relações com os demais conselhos de direitos, tecendo redes abrangentes de gestão e monitoramento das diversas políticas, que se unificam em torno da integralização dos direitos humanos.

Para o propósito dessa discussão, é necessário fortalecer os mecanismos de participação nos sistemas e instituições de ensino, ampliando a base social de apoio às iniciativas relacionadas à qualidade da educação escolar na perspectiva dos direitos humanos. Destaca-se a importância da participação da sociedade no desenvolvimento de políticas que assegurem o atendimento do direito à educação escolar de qualidade social, extrapolando o limite das abordagens que valorizam apenas sua natureza normativa.

Constata-se a preocupação de vincular o “direito à educação” e “os demais direitos” ao empoderamento da população. Esta, ao se fazer valer, dá visibilidade às demandas por igualdade, exigindo o cumprimento do texto constitucional, na abordagem da concepção, da natureza e da composição de órgãos colegiados, no regime de colaboração, nas atribuições dos conselheiros e nos desafios da gestão democrática.

Há uma nova expectativa posta para essas instâncias colegiadas. Há que se buscar soluções para os problemas identificados no campo da garantia do atendimento à educação escolar, associando-se aos parceiros dos demais conselhos de direitos humanos e, dessa forma, inserir-se como sujeito no processo de construção histórica, permanente e coletiva de uma nova sociedade.

Entre as ações que podem assegurar a qualidade da Educação Básica, está o princípio constitucional da Gestão Democrática da Educação, que implica promover maior autonomia do sistema de ensino, fortalecendo o regime de colaboração entre os entes federados.

Os conselhos municipais de educação são articuladores e mediadores das questões educacionais da sociedade local, junto aos gestores do poder público, sendo órgãos de ampla representatividade, com funções normativa, consultiva, mobilizadora e fiscalizadora.

Os Conselhos de Educação, ao incorporarem os princípios da Educação em Direitos Humanos às suas práticas cotidianas, podem contribuir significativamente para que a escola seja um ambiente onde prevaleça a mediação pacífica de conflitos e a construção de uma cultura de paz e de solidariedade.

Conselho Municipal de Educação de Curitiba, em 08 de abril e 2010.

Berenice Valenzuela de Figueiredo Neves

Assessora Técnico-Pedagógica
Texto apresentado na 3.ª Reunião Ordinária do Conselho Pleno do CME, por ocasião da mudança de 2/3 de seus membros, conforme texto regimental.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Conselho Estadual de Educação realiza reunião para discussão da 1ª Conferência Estadual sobre Transparência e Controle Social


A reunião aconteceu na última quinta-feira (10/11) na sede do Conselho Estadual de Educação em Curitiba e teve como objetivos a apresentação pelo professor Dr. Oscar Alves, do Conselho Estadual de Educação, do panorama da Consocial nos níveis federal, estadual e municipal e uma exposição abrangente sobre seus objetivos, composição, decretos e cronograma, além da discussão de estratégias de participação nas diversas etapas de divulgação da Conferência.

A 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social - 1ª Consocial é uma realização da Controladoria-Geral da União - CGU. Convocada por Decreto presidencial a Conferência terá etapas preparatórias a realizarem-se de julho de 2011 a abril de 2012 em todo o Brasil. A etapa nacional da Consocial esta prevista para acontecer entre os dias 18 e 20 de maio de 2012, em Brasília.
A 1ª Consocial tem como tema central: "A Sociedade no Acompanhamento e Controle da Gestão Pública" e o objetivo principal de promover a transparência pública e estimular a participação da sociedade no acompanhamento e controle da gestão pública, contribuindo para um controle social mais efetivo e democrático.

Além das etapas preparatórias estaduais e municipais, a sociedade poderá debater os quatro eixos temáticos da Conferência:
1 - Promoção da transparência pública e acesso à informação e dados públicos;
2 - Mecanismos de controle social, engajamento e capacitação da sociedade para o controle da gestão pública;
3 - A atuação dos conselhos de políticas públicas como instâncias de controle; e
4 - Diretrizes para a prevenção e o combate à corrupção.

A participação se dará por meio de realização de conferências livres e virtuais além de programas e atividades especiais como: concursos culturais, debates acadêmicos e seminários, encaminhando propostas à coordenação-executiva nacional, via portal da 1ª Consocial, para serem direcionadas aos estados e à etapa nacional conforme o âmbito indicado.

O Conselho Estadual de Educação é membro da Comissão Organizadora Estadual desta 1ª Conferência, convocada pelo de Decreto nº1648, de 10/06/2011, do Governador do Estado Carlos Alberto Richa. No Estado do Paraná a Conferência está agendada para ser realizada nos dias 12 a 14 de março de 2012.

Estiveram presentes na reunião no Conselho Estadual de Educação representantes da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação – Coordenação Paraná (UNCME-PR), do Conselho Municipal de Educação de Curitiba, da União dos dirigentes Municipais de Educação do Paraná (UNDIME-PR), do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (SINEPE-PR), da Secretaria de Estado da Educação e do Conselho Estadual de Educação.
A próxima reunião já está agendada para o dia 22 de novembro às 17, e irá ocorrer na nova sede do Conselho Municipal de Educação de Curitiba que tem como presidente a Coordenadora da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação – Coordenação Paraná (UNCME-PR) professora Everly Marques Canto.

Com a realização da 1ª Consocial, as propostas/diretrizes resultantes de todo o processo da conferência subsidiarão a criação de um Plano Nacional sobre Transparência e Controle Social, podendo ainda transformarem-se em políticas públicas, projetos de lei e até mesmo, passar a compor agendas de governo em âmbito municipal, estadual ou nacional.

Endereço Conselho Municipal de Educação de Curitiba: Rua Roberto Barrozo, nº 630. Entrada pelo estacionamento, nº 644. Bairro: Bom Retiro. Telefone - (41) 3323-7451.

Mais informações pelo site – www.consocial.pr.gov.br

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Finalizada Etapa Regional que precede à I Conferência Municipal de Educação de Curitiba – I CMEC

NRE Bairro Novo

A finalização da Etapa Regional que precede à I Conferência Municipal de Educação de Curitiba – I CMEC aconteceu no sábado, 29 de outubro, concomitantemente em quatro Núcleos Regionais da Educação: Bairro Novo, Cajuru, Boa Vista e Matriz.

NRE Boa Vista

As reuniões aconteceram em quatro locais distintos sob a coordenação-geral dos chefes dos Núcleos Regionais de Educação Municipal: O Núcleo do Bairro Novo se reuniu na Escola Municipal Bairro Novo do CAIC Guilherme Lacerda Braga Sobrinho e contou com a presença de 170 participantes; O Núcleo do Cajuru, com 148 participantes, reuniu-se na Escola Municipal Omar Sabbag; O Núcleo do Boa Vista se reuniu na Escola Municipal Eny Caldeira e contou com 208 participantes; O Núcleo da Matriz, com 87 participantes, realizou seus trabalhos no Centro de Capacitação da Secretaria Municipal da Educação de Curitiba.

NRE do Cajuru
A Etapa Regional aconteceu nos dias 22 e 29 e compreendeu a apresentação e discussão da sistematização das proposições da Etapa Local, a elaboração da síntese das discussões e a tirada de delegados e de observadores por segmento. As discussões aconteceram em cinco Grupos Temáticos: 1 – Formação e valorização dos profissionais da educação; 2 – Gestão e financiamento da educação; 3 – Educação integral; 4 – Inclusão e diversidade; 5 – Planejamento e avaliação.

NRE da Matriz
Os quatro núcleos receberam a visita da secretária municipal da Educação, Liliane Casagrande Sabbag, da presidente do Conselho Municipal de Educação, Everly R. Marques Canto, que parabenizaram a todos pela participação nas discussões de temas e propostas que fundamentarão a elaboração do Plano Municipal de Educação de Curitiba, principal finalidade desta I CMEC.

A I Conferência Municipal de Educação de Curitiba ocorrerá nos dias 02 e 03 de dezembro de 2011, na UNICURITIBA.